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A lenda da chuva vespertina- Andersen Medeiros

   vamos conhecer o autor:

ANDERSEN MEDEIROS (Adalberto Fernandes de Medeiros Branco Junior) nasceu 
em Belém do Pará no dia 7 de dezembro de 1971, filho de Adalberto Fernandes de Medeiros Branco e Letícia de Mesquita Branco. É professor de Língua Portuguesa em escolas públicas e especialista em Língua e Literatura pela Universidade Federal do Pará (UFPA).

   Um dos seus livros que mais desperta a atenção do público infanto-juvenil é “A lenda da chuva vespertina de Belém”, premiado pelo Instituto de Artes de Belém (IAP) em 2002 e que, até 2013, já alcançara a marca de cinco edições. 

   O site de notícias “Agência Pará”, em janeiro de 2012, assim resumiu este livro: “ (…) a história de uma pequena confusão entre o sol e a chuva, disputando espaço e o reinado absoluto do céu da capital paraense. 

   No desenrolar da história, eles descobrem que há espaço para os dois e que ambos são importantes. Assim, ficam estabelecidos o horário para que o sol reine e esquente a cidade e depois, o da chuva que desce para resfriar o inclemente calor amazônico”.


LIVROS PUBLICADOS

PROSA – Infantojuvenis - “O ratinho e a cadela”; “A lenda da chuva vespertina de Belém” (2002); “Mapinguari: o guardião do Meio Ambiente” (2004);  “Anani, árvore que chora” (2012).
https://www.youtube.com/watch?v=39RsitlHDII
Disponivel em <http://memoriadaliteraturadopara.blogspot.com/2014/02/andersen-medeiros.html> Acesso 22 de junho de 2021.




Livro infantil em forma de animação. A lenda da chuva vespertina. Andersen Medeiros. Disponível em,https://www.youtube.com/watch?v=agzaliAastg&t=15s> Acesso 22 de junho de 2021

BIOGRAFIA AUTORES PARAENSES

 

Eneida Costa de Morais nasceu em Belém no dia 23 de outubro de 1903, filha de Guilherme Joaquim da Costa e de Júlia Vilas Boas Costa.

Seu pai, caboclo amazonense enriquecido no período do apogeu da borracha, costumava contar-lhe lendas amazônicas, que vinham se somar às histórias infantis narradas por sua babá francesa, Elise Platt. Aprendeu a ler em casa, iniciando em seguida o curso primário na escola de dona Hilda Vieira. Por insistência de sua mãe, aprendeu declamação e, aos seis anos, já recitava A lágrima, de Guerra Junqueiro. Aos sete escreveu seu primeiro conto e aos oito anos foi matriculada como interna no Colégio Notre Dame de Sion, educandário de freiras localizado em Petrópolis (RJ), onde permaneceu até os 13 anos. Novamente em Belém, tinha 17 anos quando sua mãe morreu, vitimada pela gripe espanhola, deixando-lhe uma boa biblioteca. Depois de fazer os cursos preparatórios no Colégio Gentil Bittencourt, ingressou na Faculdade de Odontologia da capital paraense. Já então participava do movimento literário do Pará, publicando crônicas e poesias em diversos jornais — entre os quais o Estado do Pará — e revistas como Guajarina e A Semana, da qual foi secretária, em substituição a Pelegrino Júnior. Formou-se em odontologia em apenas um ano e foi a oradora da turma.

Colaboradora da revista Para Todos, dirigida por Álvaro Moreira, a quem conhecera numa viagem ao Rio de Janeiro, então Distrito Federal, lançou em 1929 seu primeiro livro de poemas, Terra verde. No ano seguinte, já separada do marido, transferiu-se para o Rio de Janeiro, ligando-se de imediato a um grupo de escritores e intelectuais, entre os quais Murilo Mendes, Cícero Dias, Manuel Bandeira, Aníbal Machado, Raquel de Queirós e Sérgio Buarque de Holanda. Em 1932 mudou-se para São Paulo, onde passou a desenvolver intensa atividade política como membro da seção paulista do Partido Comunista Brasileiro, então Partido Comunista do Brasil (PCB). Devido à sua militância, ainda em 1932 esteve por quatro meses na prisão.

Retornando ao Rio de Janeiro, ingressou, em maio de 1935, na União Feminina do Brasil (UFB), movimento político fundado naquele mês tendo como proposta uma luta mais ampla pelos direitos políticos, sociais e trabalhistas da mulher. A UFB era filiada à Aliança Nacional Libertadora (ANL), frente oposicionista de âmbito nacional organizada sob a hegemonia do PCB, cujo programa defendia o combate ao fascismo, ao imperialismo, ao latifúndio e à exploração.

Esmagada a Revolta Comunista promovida pela ANL em novembro de 1935, Eneida foi presa pela polícia do Distrito Federal sob a acusação de ter mantido contatos — usando o pseudônimo “Nat” — com Paulo Caio Prado, encarregado de informar-se junto ao ministro das Relações Exteriores, José Carlos de Macedo Soares, sobre as diligências policiais para capturar Luís Carlos Prestes, um dos chefes do movimento armado. Durante os interrogatórios, negou tanto o pseudônimo quanto a autoria de uma carta que relatava seu envolvimento político com Caio Prado. Em seu poder foi apreendido um bilhete com sua assinatura, dirigido a Maria Morais Werneck de Castro, dirigente da UFB e também acusada de participação na Revolta Comunista. Detida no pavilhão dos primários do presídio da rua Frei Caneca, no Rio de Janeiro, conviveu na prisão com o escritor Graciliano Ramos, que a ela se referiu em seu livro Memórias do cárcere. Nesse período, no ano de 1936, Eneida escreveu um livro de contos intitulado O quarteirão, com o qual se candidatou ao Prêmio Humberto de Campos.

Presa diversas vezes durante o Estado Novo (1937-1945), passou sérias dificuldades, tendo trabalhado como operária, tradutora e redatora de artigos políticos. Numa de suas prisões, iniciou a elaboração de uma história popular das lutas brasileiras, projeto que, todavia, não levou à frente. Entre 21 e 27 de janeiro de 1945 participou, como delegada de Minas Gerais, do I Congresso Brasileiro de Escritores, em São Paulo, num momento político que marcava o início do desmoronamento da ditadura estado-novista.

Em 1946, já no governo do general Eurico Gaspar Dutra, começou a escrever para o Momento Feminino, do Rio. Três anos depois viajou a Paris, onde, além de estudar literatura, tornou-se colaboradora do Diário Carioca, jornal dirigido por seus amigos Otávio Tirso e Prudente de Morais Neto. Ainda em Paris, travou conhecimento com Jean Cocteau, Paul Eluard, Louis Aragon e Pablo Picasso.

De volta ao Brasil, começou a trabalhar em 1951 no Diário de Notícias, assinando uma coluna de informes literários intitulada “Encontro matinal”. Dois anos depois lançou Sujinho de terra, que lhe valeria em 1957 o prêmio de literatura infantil da Prefeitura do Distrito Federal. Ainda em 1953 deixou o Diário Carioca e, a partir de então, intensificou sua produção literária. Em 1954 lançou os livros Cão da madrugada, de crônicas, com recordações de infância e impressões de Paris, Alguns personagens, reunindo uma novela e cinco reportagens, e em 1957 publicou Aruanda, crônicas e memórias. Em História do carnaval carioca, editado em 1958, revelou sua paixão pelo carnaval, do qual foi grande entusiasta, tendo inclusive criado o baile do Pierrô.

Em meados de 1959 viajou à União Soviética a convite do Sindicato de Escritores daquele país. Visitou também a China Popular e outros países socialistas. Suas impressões de viagem ganharam a forma de livro em Os caminhos da terra, lançado em 1960, e no mesmo ano publicou Guia da mui bem amada cidade. Em 1961 publicou Romancistas também personagens e em 1962 Banho de cheiro, no qual relata episódios de sua prisão em 1935. Molière narrado para crianças e Boa noite professor, ambos livros de contos, datam de 1965.

Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 27 de abril de 1971.

Teve dois filhos. Um deles, Otávio de Morais, foi jogador de futebol do Botafogo Futebol e Regatas e chegou à seleção brasileira.

 

 

FONTES: BRINCHES, V. Dic.; CONG. BRAS. ESCRITORES. I; COUTINHO, A. Brasil; Grande encic. Delta; Jornal do Brasil (13/3/74); PORTO, E. Insurreição; REIS, A. Bibliografia bras.; ROQUE, C. Grande; SPALDING, V. Construtores.

 


Bento Bruno de Menezes Costa ou simplesmente Bruno de Menezes, (Belém, 21 de março de 1893 — Manaus, 2 de julho de 1963), foi um escritor brasileiro.

Ele nasceu no bairro do Jurunas, em Belém do Pará. Filho de Dionísio Cavalcante de Menezes e Balbina Maria da Conceição Menezes.

Foi patrono da cadeira nº 2 do Instituto Cultural do Cariri, com posse em 1967.

Cursou apenas o primário no grupo escolar José Veríssimo. Ainda menino se tornou aprendiz de encadernador, nessa profissão manteve um contato maior com livros, o que colaborou em muito para que seu gosto pela literatura e o desejo pelo saber aumentassem.

Foi funcionário público estadual, servindo, no Tesouro do Estado, na Secretaria de Agricultura, Diretor do Departamento Estadual de Cooperativismo. Fundou em 1923, a revista Belém Nova. Em 30 de maio de 1944 se tornou membro da Academia Paraense de Letras, ocupando a cadeira de Natividade Lima, da qual chegou à presidência.

Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico do Pará e à Comissão Paraense de Folclore. Casou-se com a professora Francisca Santos de Menezes, com a qual teve sete filhos.

Poeta e folclorista, foi uma espécie de anunciador do modernismo em Belém. Sua poesia canta a raça negra, a cidade que o tempo levou, as tradições e o amor.

A necessidade de inserir a literatura local paraense no contexto modernista nacional levou Bruno de Menezes a promover vários debates sobre a renovação literária no Pará. Sua inquietação contagiou alguns intelectuais nativos que produziram obras que dialogaram com a corrente modernista brasileira. Nessa esteira, os modernistas paulistas vieram apenas trocar experiências literárias na Amazônia. Interesses pessoais. Em 1923 funda a revista "Belém Nova", que abrigará trabalhos tanto dos modernistas como de antigos companheiros. Seu ideal no Pará o levou, na juventude, a formar com outros companheiros o grupo "Vândalos do Apocalipse" e, mais tarde, o grupo "Peixe Frito", deste último fazendo parte Dalcídio Jurandir e Jacques Flores, entre outros de sua geração. Bruno de Menezes. era membro; ao mesmo tempo, da formal Academia Paraense de Letras e da informalíssima Academia do Peixe Frito, uma mesa em torno da qual os amigos conversavam sobre a vida e comiam peixe frito.

Faleceu aos setenta anos de idade, de infarto no miocárdio. Seu corpo foi velado na sede da Academia Amazonense de Letras, chegando em Belém no dia 3 de julho, no dia 4 de julho foi sepultado no cemitério de Santa Izabel.

Livros de poesia:  Crucifixo - 1920; Bailando no Lunar - 1924; Poesia - 1931; Batuque - 1931; Batuque, em braile - 2006; Lua Sonâmbula - 1953; Poema para Fortaleza - 1957; Onze Sonetos - 1960.

Fonte: widipedia.

LUIZ PEIXOTO RAMOS

 
Membro da Câmara Setorial do Livro e do Clube do Escritor Paraense.
Medalha de ouro no III Concurso Nacional de Contos, 1990, Brasília- DF, pelo conto ´´ O Imbuzeiro``.
Menção Honrosa, pelo poema ´´ Sou `` concorrente dos Jogos Florais dos Poetas do Mundo Lusíada ., cidade de Massachussettes, Estados Unidos , em 1987.
Participação no livro´´ Maromba``,1ºAntologia de Contos e Poesias da Associação Paraense de Escritores,(APE ), 1990.
Menção Honrosa outorgada pelo Instituto de Poesia Internacional, 1989, Porto Alegre RS.
Participação no 7º vol. do Livro ´´Introdução á Literatura`, da Academia Paraense de Letras.
Classificação e publicação no VII Concurso de Contos da Região Norte, promovido pelo Núcleo de Arte da Universidade Federal do Pará, com o conto ´´ O Segredo ``.
 
OBRAS PUBLICADAS
 
Levitando na Poesia ( 1987 )
De- lírios ( 1989 )
Êxtase ( 1992 )
Reflexos do Dia- a – Dia ( 1997 / 98 ) 1ª e 2ª edição
Um Conto de Fadas Amazônico (Versão infanto-
juvenil,1999-2003 ) 2ª , 3ª , 4ª e 5ª edição
Um Conto de Fadas Amazônico - versão infantil(2004).
  1. O Jabutigão Amazônico ( livro ) 2002/3, 1ª e 2ª edição
  2. O Menino Sem Dedos 2005 (livro e CD ).
  3. O Jabutigão e a Luz Encantada
  4. O Bem-Te-Viajante (2008)
  5. Um Conto de Fadas Amazônico (para colorir 2010)
  6. Felicidade e Outros Contos (2011)
  7. Um Peixinho Chamado Arco-Íris (2011)
  8.  
  9. CD's  Gravados
  10.  
  11. Jabutigão, Olhos da Natureza, O Jabutigão e a Luz
  12. Encantada,  Menino Sem Dedos e O Bem-Te-Viajante.
  13.  
  14. Peça Teatral: O Menino Sem Dedos. Encenada no Teatro Waldemar Henrique e no Espaço Cultural do Banco da Amazônia, cujo Banco é patrocinador de suas obras.
  15.  
  16. Mais de trinta colégios como Ideal, Universo, Nazaré, Gentil, Santo Antônio, Madre Celeste, Madre Zarife Sales etc, adotaram seus livros. Peixoto, com sua performance, encarnando o Jabutigão, personagem de seus livros, canta, dança, retrata a Amazônia e incentiva a criança a leitura. Já fez mais de seiscentas apresentações, incluindo o SESC do Estado de Roraima e o interior do Estado do Pará como Barcarena, Bragança, Paragominas, Mojú, Marabá, Salinas, Ponta de Pedras, São João de Pirábas, Santarém, Soure, entre outros. Apresentou-se também na Petrobrás, Eletronorte, SESC, Rotary Clube Internacional, AMAM, UNAMA, ULBRA, FAP,Hospital Metropolitano, CENTUR (Projetos: A Biblioteca vai às Escolas e Amigos da Escola, da Rede Globo, no Teatro Gasômetro, por intermédio do Jornal ´´O Liberal``), Biblioteca Avertano Rocha, Bosque Rodrigues Alves, entre outros.
  17. O escritor participa assiduamente desde a I Feira Pan-Amazônica do Livro, sendo selecionado por três vezes a participar do Café das Letras (espaço onde grandes autores brasileiros são entrevistados). Sua obra é de tamanha relevância no cenário paraense, que elas estão continuamente sendo estudadas e transformadas em monografias.
  1.           Premiação de Reconhecimento Literário no XXII Baile dos Artistas em 2011 na Estação das Docas, esta é a Maior Premiação da Cultura Paraense.
  2. FONTE: https://sites.google.com/site/jabutigaodaamazonia/curriculum
  3. CURRICULUM

Benedito José Nascimento, que também assina com o pseudônimo Joe Bennett, é um desenhista de histórias em quadrinhos brasileiro, conhecido principalmente por seus trabalhos na Marvel e na DC Comics. Wikipédia

Nascimento3 de fevereiro de 1968 (idade 53 anos), Belém, Pará
Nome completoBenedito José Nascimento
Outros nomesBené Nascimento



 Rosinaldo Pinheiro  é designer gráfico, animador,

 quadrinista, paraense da gema, criador da Turma do Açaí:
 personagens infantis inspirados na cultura paraense, usando a nossa linguagem Papachibé, 
que são divulgados na internet através das redes sociais e  
já possuem mais de 25.878 mil curtidas. 
 Rosinaldo lançou dois curtas de animação: 
“A Turma do Açaí no Círio” e “A Turma do açaí: Fisco é Essencial” 
e ministrou diversas palestras e oficinas de animação com
 técnica 2D, Stop Motion e mídias sociais. 
Participou do ANIMA MUNDI 2015 Cidade das Artes – 
Rio Janeiro e ganhou prêmio no Congresso 
Internacional Rio+20 pela exposição 
FACING THE CLIMATE com o tema aquecimento global.
 Ganhou o edital do Banco da Amazônia com a revista 
“A Turma do Açaí: 
Educação Ambiental”. Participou do documentário “VHQ – 
Uma breve história do quadrinho paraense” do diretor Vince Souza. 
Acompanhe o Rosinaldo 
e a Turma do Açaí no Facebook: https://www.facebook.com/aturmadoacai

IV Semana Municipal do Livro e do Autor Paraense



Nossa biblioteca está repleta de autores papachipé




Vamos conhecer e homenagear, neste blog, alguns ilustres autores, uns já partiram para a vida eterna e muitos estão vivos, são super criativos, uns são professores e outros alegradores!😃

  • Eneida de Moares. (In memoriam)
  • Bruno de Menezes. (In memoriam)
  • Walcyr Monteiro. (In memoriam)
  • Antônio Juraci Siqueira;
  • Luiz Peixoto Ramos;
  • Joe Bennet;
  • Rosinaldo Pinheiro;
  • Heliana Barriga.
  • Rita Melém;
  • Cris Rodrigues.
  • Andersen Medeiros.
  • João Paes Loureiro;
  • Bela Pinto.
Nossos autores estão com uma pavulagem só,  eles têm uma semana dedicada a eles, neste mês de junho. Isso aconteceu depois que o prefeito assinou uma lei, em 2018. 
Então vamos celebrar!
A Semana do Autor Paraense!

Espia só a lei que estamos falando

LEI Nº 9371 DE 03 DE MAIO DE 2018.

Cria a Semana Municipal do Livro e do Autor Paraense no Município de Belém, e dá outras providências.

  • O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, Faço Saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM, estatui e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1º Fica instituída, no Município de Belém, a Semana Municipal do Livro e do Autor Paraense, com o objetivo de promover, divulgar, integrar os livros e seus autores paraenses, contemporâneos ou não, com o público leitor, com ênfase aos jovens leitores nas escolas, e em outros locais da cidade.

    Art. 2º A Semana Municipal do Livro e do Autor Paraense acontecerá, anualmente, iniciando sempre no dia 25 de junho, devendo usar, antes da sua denominação, numeral ordinal para identificá-la, conforme o ano e sua realização.

    Art. 3º Os estabelecimentos que comercializam livros, em acordo com seus autores ou detentores de direitos autorais, deverão adotar atividades promocionais para esses livros, durante a semana prevista no art. 2º desta Lei.

    Parágrafo único. Incluem-se entre esses estabelecimentos as livrarias de ruas, de shoppings, de centros comerciais, de supermercados, drogarias, farmácias, sebos, bancas de revistas e lojas de conveniência.

    Art. 4º O Poder Executivo Municipal divulgará a Semana Municipal do Livro e do Autor Paraense, incluindo-a no Calendário Cultural do Município, e promoverá interação entre o aluno da escola municipal, livros e autores paraenses, no ambiente da escola e em outros locais da cidade, onde estiverem acontecendo eventos comemorativos.

    Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    PALÁCIO ANTONIO LEMOS, 03 DE MAIO DE 2018

    ZENALDO RODRIGUES COUTINHO JÚNIOR
    Prefeito Municipal de Belém
  • agora vamos conhecer alguns autores!

           ENEIDA DE MOARES IN MEMORAIN
Disponível em< https://www.youtube.com/watch?v=n8eBowS_XkU> Acesso 17 de junho de 2021.

BRUNO DE MENEZES
Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=5Bi-d00W4p8> Acesso 17 de junho de 2021.

WALCYR MONTEIRO
40 anos de visagens e assombrações. Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=ApRuYmvDRn8> Acesso 17 de junho de 2021.



 

Antônio Juraci Siqueira 



LUIZ PEIXOTO RAMOS- O JABUTIGÃO DA AMAZÕNIA


Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=eNAADSZg8nc: Acesso 17 de junho de 2021.

JOE BENNET

The Immortal Hulk | Entrevista com o desenhista Joe Bennett . Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=J5BA26ddtRg> Acesso 17 de junho de 2021.


ROSINALDO PINHEIRO


A TURMA DO AÇAÍ




Heliana Barriga
Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=jBpBr1fDoCI> Acesso 17 de junho de 2021.

 RITA MELÉM E CRIS RODIGUES
Disponívelem<https://www.youtube.com/watch?v=SPHD2SVzO1I> Acesso 17 de junho de 2021.

 ANDERSON MEDEIROS


A lenda da chuva vespertina. Disponível em<https://www.youtube.com/watch?v=agzaliAastg> Acesso 17 de junho de 2021.


AÍDA: uma história comprida- ANA SELMA CUNHA- AUTORA AMAZÔNIDA





SEMANA DO AUTOR PARAENSE





Aída: Uma  história comprida

 Disponível em You tube: Canal Ana Selma


 Doutoranda, Mestra em Comunicação, Linguagens e Cultura pelo PPGCLC- Universidade da Amazônia (UNAMA); graduação em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará (1999). Especialização em Psicologia Educacional com Ênfase em Psicopedagogia, pela Universidade do Estado do Pará (2003) e Gestão Escolar pela Universidade Federal do Pará (2014).

 Servidora pública concursada das redes Municipal, professora (desde 2002) e Estadual, Especialista em Educação atuando como gestora escolar (desde 2008) de Ensino. 

  Coordenadora do curso de Especialização A Arte de Contar Histórias (2017 até os dias atuais). Contadora de histórias (desde 2002), integrante da (RIC) Rede Internacional de Contadores de Histórias (desde 2011), foi membro co-fundador do Movimento de Contadores de histórias da Amazônia (2011). 

   É membro co-fundadora da RECONTAH- Rede de Contadores de histórias do Pará. Realiza formações profissionais (oficinas, cursos, palestras, rodas de conversa) nos seguintes temas: Contação de histórias; Mediação de leitura; Alfabetização; Práticas de Letramento e Educação Sensível).

quem somos


foto 1 da esquerda para a direita                                          foto 2- CRISTIANE MENDONÇA

NÁDIA CORUMBÁ

ALESSANDRA SEABRA

MARIA IZABEL PANTOJA
 

PROFESSOR HONORATO FILGUEIRAS

CUÍRA LITERÁRIA

N a tarde do dia 22 de novembro, a equipe de professores da Escola Honorato FIlgueiras, sob a organização da professora lotada em bibliotec...